sexta-feira, 27 de julho de 2012

http//corujaoitapoa.blogspot.com/liberação de remédios da Anvisa


Analgésicos, antitérmicos e outros medicamentos sem prescrição médica, que foram retirados do balcão de farmácias e drogarias de todo o país há quase dois anos e meio, voltam a ser expostos ao consumidor a partir desta sexta-feira (27).
Em Campo Grande, donos de farmácias aderiram as exigências de maneira inteligente: ou deixaram os remédios no mesmo local para a compra, mas com a orientação de um farmacêutico, ou fizeram expositores de vidro, de fácil visualização.
”Acredito que estes remédios não fazem mal a ninguém, já que a maior parte dos consumidores sempre compram o mesmo, de acordo com o que estão sentindo. Então, deixamos no mesmo local e contamos com a ajuda de farmacêuticos para a orientação”, afirma o gerente de uma grande rede defarmácias da Capital, Jurandir Oliveira Leite.



Em outra farmácia, inaugurada há dois anos na cidade, o dono já iniciou as vendas em um balcão com expositores de vidro. “Com a mudança na resolução, não vamos fazer nada, principalmente para evitar a automedicação. Uma pessoa que tem dor de cabeça, por exemplo, quando compra uma dipirona está tomando algo errado, que não serve para enxaqueca. E da maneira que fizemos, fechamos a venda, mas antes orientamos sempre o paciente”, garante a farmacêutica Érika Gomes de Souza.
Ela cita ainda uma pessoa que queria comprar Dorflex e Nevralgex para dores. “Ambos possuem o mesmo princípio ativo, com cafeína e dipirona sódica. A pessoa estaria se automedicando com doses a mais de um mesmo remédio, apenas feito por fabricantes diferentes”, fala a farmacêutica.
'Farmacinha' sempre cheia em casa
Cliente confessa de remédios para manter sempre cheia a sua ‘famacinha’ em casa, a atendente Veridiana de Andrade Barreto, afirma que a culpa das pessoas se automedicarem é do SUS (Sistema Único de Saúde).
“Se você vai em um posto de saúde, o médico mal te observa e o diagnóstico é sempre uma virose. Ele te prescreve uma dipirona ou paracetamol, por exemplo. Sabendo do vício do SUS, as pessoas vão lá e compram estes medicamentos”, opina Barreto.
Do mesmo vício sofre o marido de Luciene da Silva Frazão. A assistente social conta que ele está no hospital neste momento e que o motivo é a super dosagem de remédios. “ Eu fazia a mesma coisa e por sorte descobri que o motivo do meu inchaço no rosto e bolhas espalhadas pelo corpo eram da minha alergia a dipirona. Desde então nunca mais tomei remédios sem passar por um médico”, garante a assistente social.
Ao todo, 2,3 mil remédios poderão ser expostos nas prateleiras.
A justificativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é de que a retirada dos remédios em nada alterou o perfil de intoxicação das pessoas, por isso o órgão alterou a resolução n° 44, de fevereiro de 2010 e liberou a exposição de 2,3 mil produtos isentos de prescrição médica, que podem ser oferecidos pelo balconista.
CRF/MS acredita que nova alteração na lei seja um retrocesso
Na ocasião da proibição, a Anvisa recebeu cerca de 70 processos e centenas de reclamações de todo o país, inclusive do CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul).
“Nosso posicionamento se deve principalmente por conta da automedicação. Quando a pessoa sente uma dor de cabeça, esse pode ser o sintoma de uma doença muito mais grave. E, comprando um remédio sem passar por um médico ou até mesmo conversar com um farmacêutico, o paciente pode estar ‘mascarando’ a sua doença, apenas aliviando temporariamente os sintomas de um grande problema”, explica o presidente em exercício do CRF/MS, Wilson Hiroshi.
Além da automedicação, o presidente acredita ser inaceitável a justificativa do órgão para a mudança. “A Anvisa disse que fez uma consulta pública para tal medida, que deve ser feita de 60 a 90 dias. Mas o estudo durou apenas um mês e foi feito em São Paulo, cidade que não estava valendo a portaria e as pessoas não deixaram de vender no balcão os medicamentos”, afirma Hiroshi
Fonte Anvisa

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vamos a luta

Ei  estava ali e percebi a historia do começo quando percebi vi a coruja  saindo do ovô